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Buscamos a felicidade no passado através da nossa memória de lugares, momentos e pessoas. Relembramos e reconstituímos detalhadamente cenas de modo tão real que parece que estamos lá novamente.
Cenas que muitas vezes não aconteceram daquele jeito, mas nossa nostalgia se encarrega de eliminar as imperfeições, assim como uma oficina se encarrega de reparar um carro usado para revendê-lo por mais do que realmente vale.
Buscamos também a felicidade no futuro fazendo planos, traçando metas, criando expectativas, desenhando castelos no ar. O futuro é etéreo e, como tal, feito do mesmo material que são feitos os sonhos.
A felicidade também não mora no futuro porque, ao contrário do que se imagina, ela é imperfeita e, como tal, não floresce no jardim do mundo idealizado.
Mas se a felicidade só pode ser encontrada escondida nos segundos do presente e nós vivemos com o coração pendulando entre a eternidade do passado e do futuro, como poderemos alcançar a felicidade?
Como se concentrar no agora?
Talvez a resposta esteja no conselho da escritora americana Betty Smith: Olhe para tudo como se fosse a primeira ou última vez.
Se pensarmos nas nossas primeiras vezes, veremos que elas têm cores, cheiros, sabores vivos e inesquecíveis.
O primeiro amor.
A primeira vez que você assistiu o filme da sua vida.
O primeiro grande emprego.
A primeira viagem internacional.
As nossas primeiras vezes têm a promessa do futuro. Vemos tudo com olhos de fome e de encantamento, tentando ao máximo prolongar a experiência.
Se pensarmos nas nossas últimas vezes, veremos que são situações em que tomamos consciência do verdadeiro valor da coisas, porque estamos enxergando os fatos em perspectiva, na dobra do tempo.
O último dia da viagem da sua vida.
O último dia no seu emprego de anos.
O último abraço de alguém querido.
As nossas últimas vezes encerram as memórias do passado. Vemos tudo com ar de nostalgia, de despedida, tentando ao máximo adiar o fim.
Se olharmos tudo como se fosse a primeira e última vez, percebemos a exata dimensão do presente, escondidos bem ali no meio entre esses dois olhares, com seus segundos de felicidade no colo.
Meus votos em 2014 é que você olhe a pessoa amada do seu lado por alguns segundos como se fosse o primeiro beijo e o último abraço.
Olhe os papéis sobre sua mesa de trabalho como se fossem o primeiro estágio e a última chance.
Olhe um simples pôr-do-sol como se fosse a primeira e a última vez e nesse presente perceba que não se trata de um simples pôr do sol, mas de um evento mágico e único.
Assim como todos os momentos da sua vida.
Que você viva muitos desses segundos mágicos em 2014.
E seu futuro seja cheio de presentes.
Em 2014 você vai viver 31 milhões e 536 mil segundos.
E dentro de cada um deles se esconde o segredo da felicidade.
A questão é que não encontramos essa felicidade porque a procuramos no passado e no futuro, mas nunca no presente.
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